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Trabalho Escravo

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Organização Internacional do Trabalho

OIT foi criada em 1919, como parte do Tratado de Versalhes, que pôs fim à Primeira Guerra Mundial. Fundou-se sobre a convicção primordial de que a paz universal e permanente somente pode estar baseada na justiça social. É a única das agências do Sistema das Nações Unidas com uma estrutura tripartite, composta de representantes de governos e de organizações de empregadores e de trabalhadores. A OIT é responsável pela formulação e aplicação das normas internacionais do trabalho (convenções e recomendações) As convenções, uma vez ratificadas por decisão soberana de um país, passam a fazer parte de seu ordenamento jurídico. O Brasil está entre os membros fundadores da OIT e participa da Conferência Internacional do Trabalho desde sua primeira reunião.

O Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, na condição de parceiro da presente iniciativa, esclarece que, segundo a praxe adotada pelas Nações Unidas, designações empregadas no presente site, e a apresentação do material nelas incluídas não significam, da parte do (Organização Internacional do Trabalho) OIT, qualquer prejuízo com referência à situação legal de qualquer país ou território citado ou de suas autoridades, ou à delimitação de suas fronteiras.

A responsabilidade por opiniões expressas em artigos assinados, estudos e outras contribuições recai exclusivamente sobre seus autores, e sua publicação não significa endosso do Escritório da Organização Internacional do Trabalho às opiniões ali constantes.

Referências a firmas e produtos comerciais e a processos não implicam qualquer aprovação pela Organização Internacional do Trabalho, e o fato de não se mencionar uma firma em particular, produto comercial ou processo não significa qualquer desaprovação.

Parte dos recursos (em consultoria) para viabilizar a iniciativa (conteúdo) desse site foram fornecidos pelo Departamento de Trabalho dos Estados Unidos da América (USDOL). O conteúdo deste site não reflete, necessariamente, as políticas do USDOL. De igual maneira, a menção de marcas, produtos comerciais ou organizações não implicam em qualquer forma ou endosso do governo dos Estados Unidos.

O Escritório da OIT no Brasil esclarece ainda que o uso da linguagem que não discrimine nem estabeleça a diferença entre homens e mulheres, meninos e meninas é uma preocupação (deste site) da OIT. O uso genérico do masculino ou da linguagem neutra é uma opção inescapável em muitos casos. No entanto, fica o entendimento de que o genérico do masculino se refere a homem e mulher, e que por trás dos termos criança,(e) adolescente e trabalhador na condição de trabalho forçado ou análoga à de escravo existem (meninos e meninas) pessoas com rosto, vida, histórias, desejos, sonhos, inserção social e direitos adquiridos.

ONG Repórter Brasil

Missão

Identificar e tornar públicas situações que ferem direitos trabalhistas e causam danos socioambientais no Brasil visando à mobilização de lideranças sociais, políticas e econômicas para a construção de uma sociedade de respeito aos direitos humanos, mais justa, igualitária e democrática.

ESCRAVO, NEM PENSAR

Missão

Diminuir o número de trabalhadores aliciados para o trabalho escravo e submetidos a condições análogas a de escravidão nas zonas rural e urbana do território brasileiro, por meio da educação.